Como saber se você está na “zona de equilíbrio” da Zone Diet?

Para quem não sabe, o nome “zone” (ou zona) da dieta de que eu mais gosto – Zone Diet – teve origem na observação do Dr. Barry Sears PhD de que era possível se atingir metabolicamente uma “zona” de equilíbrio e bem estar em que nossos hormônios ficam equilibrados e nos sentimos bem. Simples assim.

Hoje existe um “ranking” de inflamação celular que pode ser dosado. O que utilizamos é oa razão entre o ácido araquidônico (AA) dividido pelo EPA (um tipo de ácido graxo ômega-3). O ideal, para estarmos na zona, é ficarmos entre 1,5 e 3. 

Clique aqui para verificar o resultado do teste que eu mesma fiz. Veja que meu resultado deu exatamente 3. O que está bom, podendo melhorar um pouquinho!

Resultado Zone Diet Isabela David_3282018_004 (1)

Legal, não é mesmo?

Enter the zone! Conheça a Dieta anti-inflamatória e pró-resolutiva que tem a proposta de nos ajudar a retardar o envelhecimento e reduzir o risco de tantas doenças que possuem um componente inflamatório, como Alzheimer, aterosclerose, câncer, doenças auto-imunes e degenerativas, entre tantas outras!

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CHECKLIST PÓS-CONSULTA

CHECKLIST PÓS-CONSULTA

  1. Você consome:
    1. <20% alimentos orgânicos?
    2. 20-80% orgânicos?
    3. quase tudo alimentos orgânicos?
    4. 100% orgânicos?
  2. Você se preocupa com a ingestão de animais confinados, incluindo peixes de cativeiro?
    1. sim
    2. não
  3. Você já fez ou já ouviu falar de jejum intermitente 5/2, ou seja, 5 dias sem jejum e dois dias com jejum?
    1. sim
    2. não
  4. Você fica mais do que 5 horas sem se alimentar, principalmente depois que acorda?
    1. sim
    2. não
  5. Você já ouviu falar ou segue a Zone Diet, também conhecida como a Dieta da Zona, a Dieta do Flow e, anteriormente, a Dieta do Ponto Z?
    1. sim
    2. não
  6. Você procura combinar gorduras saudáveis, proteínas magras e carboidratos (predominantemente de baixo índice glicêmico) na maioria das refeições?
    1. sim
    2. não
  7. Você faz as suas refeições:
    1. geralmente em casa
    2. geralmente em restaurantes e lanchonetes
    3. mais ou menos em casa e em restaurantes
    4. praticamente sempre em casa
    5. praticamente sempre em restaurantes
  8. Você espera um tempo (pelo menos uns 30 minutos) depois que se alimenta para que os processos digestivos sejam otimizados antes de fazer alguma atividade, principalmente atividade física?
    1. sim
    2. não
  9. Você faz um lanche equilibrado no período da tarde?
    1. sim
    2. não
  10. Você tem um horário à noite a partir do qual evita se alimentar?
    1. sim (depois de qual horário? ……………………)
    2. não
  11. Você tem sabidamente alguma intolerância alimentar:
    1. sim
    2. não
  12. Você conhece ou já fez o Teste de Intolerância alimentar (Great Plains, Laboratório Lemos ou similar?)
    1. sim
    2. não
  13. Você tem um horário usual de ir para cama à noite:
    1. sim
    2. não
  14. Você dorme em quarto absolutamente escuro?
    1. sim
    2. não
  15. Você tem algum destes hábitos?
    1. tomar água com limão (morna ou em temperatura ambiente) ao acordar?
    2. usar gengibre regularmente?
    3. usar açafrão-da-terra regularmente?
    4. usar frutas vermelhas orgânicas regularmente?
    5. tomar suco verde ou suco concentrado de vegetais frequentemente?
    6. usar centrífuga (slow juicer)?
    7. incluir gorduras saudáveis, como azeite de oliva extra-virgem, abacate, tahine e sementes olegainosas, na maioria – ou em todas – as suas refeições?
    8. tomar pelo menos dois litros de água por dia?
    9. usar colágeno hidrolisado diariamente?
    10. beber 1-2 taças de vinho diariamente ou suco integral de uva ou alimentos com resveratrol (Fator longevidade) concentrado como o Reserve da Jeunesse?
    11. esperar pelo menos 30 minutos antes de fazer atividade física após uma refeição, que deve ser leve?
  16. Você medita diariamente?
    1. sim
    2. não
  17. Você entende que o cérebro precisa estar “livre”- não tomado por pensamentos e emoções – para exercer a sua capacidade de “reparar danos” no organismo?
    1. sim
    2. não
  18. Você entende que o foco da prevenção saiu da doença e passou a ser “a medicina de manter a saúde“, o que são coisas bem diferentes?
    1. sim
    2. não
  19. Você tem interesse em aumentarmos na sociedade a disponibilidade de animais para consumo, mas que são poupados do sofrimento tanto em vida como na hora de serem mortos?
    1. sim
    2. não
  20. Você entende como frequências altas, como as do amor, da generosidade, da gratidão até chegarmos a Deus, podem promover a auto-cura?
    1. sim
    2. não
  21. Você entende o termo Engenharia Aplicada ao Tempo de Vida Saudável que propõe que você assuma a sua gestão do envelhecimento (comparável a um “biohacker”)?
    1. sim
    2. não
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Cromoterapia: o poder da cura pelas cores

Mixed Bag

O que é a cromoterapia? 

Para a cromoterapia, sete cores são usadas, e cada uma delas está diretamente ligada aos sete chakras localizados ao longo da coluna vertebral, que são considerados campos de energia que têm influência nas nossas emoções e na nossa saúde corporal. Doenças como o hipotireoidismo, por exemplo, são associadas ao chakra da garganta, que corresponde à cor azul.

Indicações:

– Depressão;

– Ansiedade;

– Estresse;

– Fadiga;

– Dores em geral;

– Dor de cabeça;

– Enxaqueca;

– Diabetes;

– Pressão arterial elevada;

– Asma;

– Tosse.

Como a cromoterapia pode ajudar?

A técnica da cromoterapia pode ser feita através de luzes coloridas, e este serviço é oferecido em muitas clínicas estéticas ou centros holísticos.

Alguns profissionais também acreditam que as pessoas podem se beneficiar do uso de cores específicasem seu dia a dia. Com isso, podemos usar as cores na decoração da casa e também em nossas roupas. Conheça as cores usadas na cromoterapia, e também o que cada uma delas simboliza:

– Vermelho: segundo a cromoterapia, a cor vermelha ativa a circulação sanguínea e estimula o sistema nervoso. Ela está ligada ao chakra básico, que está localizado no baixo ventre e que comanda toda a coluna vertebral.

– Azul: para os adeptos da cromoterapia, a cor azul atua para a baixa da pressão arterial e, além disso, possui função analgésica. Ela corresponde ao chakra laríngeo, que atua no sistema respiratório e faz a gestão da nossa expressão verbal.

– Amarelo: o uso do amarelo atua nos olhos, nos ouvidos, nos ossos e nos tecidos internos. Essa cor está ligada ao chakra Plexo Solar, que rege o estômago e corresponde ao poder pessoal e satisfação.

– Laranja: a cromoterapia acredita que o laranja seja uma cor antidepressiva. Além disso, ela rejuvenesce e melhora o funcionamento do nosso metabolismo. Ligada ao chrakra umbilical, ela comanda as ações relacionadas ao sexo.

– Verde: esta cor atua no chakra cardíaco, que comanda o coração e o sistema circulatório. Pode ajudar, também, no combate à insônia.

– Índigo: segundo a cromoterapia, essa cor controla o sistema nervoso, pois corresponde ao chakra frontal. A cor índigo purifica o sangue e tem um efeito anestésico.

– Violeta: corresponde ao chakra coronário, localizado no alto da cabeça. A cor violeta atua acalmando os nervos e os músculos, bem como eliminando infecções e inflamações.

 

 

Fonte: https://fortissima.com.br/2014/07/03/cura-pelas-cores-cromoterapia-trata-depressao-e-outras-doencas-548131/

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Hipotireoidismo: uma visão nutrológica

Durante muito tempo, tínhamos uma visão muito “simplista” do hipotireoidismo. Insuficiência de produção dos hormônios tireoideanos era simplesmente tratada com os hormônios tireoideanos. Com o tempo, fui vendo que níveis intermediários de TSH, geralmente com manifestações clínicas, melhoraram com uma “fórmula otimizadora dos hormônios tireoideanos”. Ela contém betacaroteno/vitamina A, iodo, tirosina, zinco, cobre, selênio, vitamina C, vitamina B6 e vitamina B12. Não sei dizer sobre níveis muito altos, porque os pacientes já chegavam tomando e estabilizando os níveis com a suplementação do hormônio, então ficava mais difícil de observar.

Destes, o selênio é bastante importante. Um mineral envolvido na conversão do T4 em T3, forma mais ativa, e muitas vezes pouco ingerido. Atualmente, cada vez mais observo a nítida relação dos problemas tireoideanos com o “leaky gut” (intestino permeável) e síndrome da fadiga crônica, popularmente conhecida como fadiga adrenal, porém nome “condenado” que me valeu uma denúncia no CRM. Portanto, que fique bem claro que é um nome, digamos, que caiu na boca do povo, por isso merece ser mencionado, mas que não é aceito cientificamente.

Desta forma, somente um “olhar sistêmico”, integrado, pode dar alternativas de tratamento ao hipotireoidismo.

A Tireoidite de Hashimoto tem super a ver com o intestino permeável, já que este expõe a zonulina, chamada a PORTA BIOLÓGICA DO CÂNCER, INFLAMAÇÕES E DOENÇAS AUTO-IMUNES. Emoções como “tendência a cair em pensamentos antigos, comportamento inquieto, indecisão”, entre outros, merecem ser investigados, associando ainda com os desequilíbrios do chackra LARÍNGEO, o quinto chackra. Pode ler mais aqui sobre ele: https://www.iquilibrio.com/…/espir…/chakras/chakra-laringeo/


Bom, esta é a minha experiência sobre a tireoide… Espero ter despertado atitudes pró-ativas para melhorar a sua função!

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Deficiência de magnésio: leia com cuidado!

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A deficiência de magnésio é frequentemente pouco diagnosticada, porque apenas 1% do magnésio do corpo está na corrente sanguínea. Então o exame laboratorial não reflete exatamente o que está acontecendo nos outros locais do organismo!!!

Você sabia que a deficiência desde mineral acomete cerca de 80% da população dos EUA nos dias de hoje? O problema é que a grande maioria das doenças está de alguma forma associada à deficiência de magnésio, o mineral mais importante para a estabilidade elétrica das células em nosso organismo, além de inúmeras outras funções. Não é raro ocorrer iatrogenismo, ou seja, tratamento sem o diagnóstico adequado que não resolve o quadro do paciente e pode até mesmo levar à morte.

Você já ouviu alguém dizendo que, mesmo bebendo muita água, sempre está com sede? Pode não ser falta de água exatamente, mas de eletrólitos/nutrientes, como magnésio, potássio, bicarbonato, cloro e sódio, os principais envolvidos.

Mas vamos ver os principais sinais e sintomas de deficiência de magnésio, que são muito variados, principalmente porque o magnésio participa da ação de centenas de enzimas, na produção de energia, nos sistemas detox e alcalinizaste, enfim, inúmeros papeis.

PRIMEIROS SINAIS/SINTOMAS

  • caimbras, dores nos pés, tremores, tensão e espasmos musculares: podem ser os primeiros sinais/sintomas  (leg cramps, foot pain, tremors, muscle tension e muscle twitches)
  • perda de apetite (loss of apetite)
  • náuseas (nausea)
  • vômitos (vomiting)
  • fadiga (fatigue): física e mental (physical and mental)
  • baixa energia (low energy)
  • fraqueza (weakness)

SINAIS/SINTOMAS PROGRIDEM

  • dormência de extremidades (numbness)
  • formigamento (tingling)
  • alterações do ritmo cardíaco (abnormal heart rhythms), como palpitações (palpitation)

OUTROS SINAIS/SINTOMAS

  • dores nas costas (back pain)
  • dores no pescoço (neck pain)
  • dores de cabeça tensionais (tension headaches)
  • disfunção tempero-mandibular (jaw junction dysfunction)
  • dificuldade de respirar profundamente (sensation that you can’t take a deep breath)
  • suspiros frequentes (sigh a lot)
  • aperto no peito (chest tightness)
  • constipação intestinal (constipation)
  • cólicas menstruais (menstrual cramps)
  • espasmos urinários (urinary spams)
  • dificuldade de engolir (difficulty in swallowing)
  • fotofobia (photophobia)
  • sensibilidade ao barulho (loud noise sensitivity)
  • insônia (insomnia)
  • ansiedade (anxiety) e apreensão (apprehension)
  • hiperatividade e inquietação com constante movimento (hyperactivity and restlessness with constant movement)
  • ataques de pânico (panic attacks)
  • agorafobia (agoraphobia)
  • irritabilidade pre-menstrual (premenstrual irritability)
  • angina (angina)
  • aumento da pressão arterial (high blood pressure)
  • prolapso de válvula mitral (mitral valve prolapse)
  • vontade de comer carboidrato (carbohydrate craving)
  • vontade de comer sal (salt craving)
  • intolerância à carboidrato (carbohydrate intolerance)
  • sensibilidade nas mamas (breast tenderness)
  • depressão (depression)
  • alucinações (hallucinations)
  • delírios (delirium)
  • epilepsia (epilepsia)
  • autismo (autismo)
  • confusão mental (confusion)
  • contrações persistentes debaixo dos olhos (persistent under eye twitch)
  • digestão pobre (poor digestion)
  • hipocalcemia (com deficiência severa) (hypocalcemia) e hipopotassemia (hypokalemia)

Como grandes quantidades de cálcio se perde na urina em caso de deficiência de magnésio, estas pessoas com grande deficiência têm tendência a problemas dentários e ósseos, até mesmo osteoporose.

Nos rins, o magnésio junto com a vitamina B6, ajuda a dissolver pedras.

E SE A DEFICIÊNCIA DE MAGNÉSIO FOR MUITO SEVERA?

  • muita sede (extreme thrist)
  • muita fome (extreme hunger)
  • urina frequente (frequent urination)
  • dificuldade de cicatrização (sores or bruises that heal slowly)
  • pele seca, coceira (dry, ichy skin)
  • perda de peso inexplicável (unexplained weight loss)
  • visão borrada que muda de dia para dia (blurry vision that changes from day to day)
  • cansaço não usual ou lentidão (unusual tiredness or drowsiness)
  • formigamento e dormência importantes de mãos e pés (tingling or numbness in the hands or feet)
  • infecções frequentes por fungos (yeast infections)

Mas isso não parece diabetes? Muitas pessoas possuem diabetes antes dos sintomas serem claros. Quando o diagnóstico é feito, muitas vezes o dano já é grande devido à resistência à insulina e deficiência de magnésio. Mercúrio e arsênico agravam o quadro. Enfim, a deficiência de magnésio caminha de mãos dadas com problemas associados à resistência à insulina, inclusive cardiovasculares. Pode ser considerada um preditor de diabetes e doenças cardiovasculares.

 

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24 top alimentos para combater o câncer

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Eu, particularmente, não acredito em nada isoladamente. Reduzir o risco de câncer é um “todo”. O lado prático do meu trabalho é acompanhar os parâmetros de inflamação, oxidação, glicação, acidificação, submetilação, entre outros, uma vez que todos refletem direta ou indiretamente, em maior ou menor grau, no risco de câncer. Mas algumas dicas alimentares sempre são úteis. Veja aqui alguns top alimentos para combater o câncer:

  1. Chá verde
  2. Amora
  3. Framboesa
  4. Mirtilo
  5. Limão
  6. Cebola
  7. Couve, rúcula, espinafre, folhas de mostarda e outras folhas verdes-escuras
  8. Açafrão-da-terra
  9. Alcachofra
  10. Alho
  11. Tomate
  12. Azeite de oliva
  13. Chocolate amargo
  14. Orégano
  15. Gengibre
  16. Couve-flor
  17. Couve-de-bruxelas
  18. Nabo
  19. Rabanete
  20. Abacate
  21. Nozes, castanhas, amêndoas e sementes
  22. Brócolis
  23. Cogumelos
  24. Ginseng
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10 dicas para diminuir a resistência à insulina

A resistência à insulina está na raiz da síndrome metabólica, que sempre tem, como ponto de partida, o aumento da circunferência abdominal, e depois pode ter outros fatores associados como:

  • intolerância à glicose ou diabetes
  • hipertensão arterial
  • HDL-colesterol baixo
  • hipertrigliceridemia
  • ácido úrico aumentado
  • esteatose hepática

Não vamos discutir aqui os critérios de síndrome metabólica. Apenas queremos dar algumas dicas para combater a resistência à insulina, favorecendo a perda de peso e a adequação dos demais parâmetros:

  1. Consuma arroz e pasta que obedeçam a proporção de 4/3 entre carboidrato e proteína, como os da Zone Diet (elaborados por uma técnica de Molecular Baking), que contém 21 g de carbo e 15 de proteína;
  2. Consuma 1 colher de óleo de côco (30 ml) 02 vezes por dia, 1/2 hora antes do almoço e do jantar ou 20 ml 03 vezes por dia;
  3. Consuma green tea (chá verde) diariamente, preferindo aqueles com maior concentração como o Cammelia sinensis original da Anew (1 sachê em 500 ml de água/dia);
  4. Cuide de seus níveis de vitamina D, incluindo a exposição ao sol sempre que possível, pois favorece também a produção de serotonina;
  5. Diminua o consumo de frutose, o açúcar das frutas, que existe em maior concentração na melancia, mamão, banana, abacaxi, manga, entre outras frutas tropicais;
  6. Diminua a exposição ao bisfenol A,  um composto químico que pode ser encontrado em plásticos que apresentam em sua composição o policarbonato e em revestimentos internos de latas que condicionam alimentos. De óculos de sol a acessórios de automóveis, produtos com BPA estão por toda parte; fique atento aos utensílios de cozinha;
  7. Pratique atividade física diariamente ou pelo menos 5 vezes por semana;
  8. Utilize suplementos como:
  • Olive leaf 20%
  • Irvingia
  • Spirulina
  • Curcumin C3 Complex
  • Extrato de gengibre 5%
  • Cromo
  • Vanádio
  • Morosil
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7 nutrientes para a saúde cardiovascular

Hand with pen drawing the chemical formula of coenzyme Q10

Hand with pen drawing the chemical formula of coenzyme Q10

 

Para entender os principais nutrientes para a saúde cardiovascular, é preciso entender primeiro os maiores riscos a ela relacionados:

  1. inflamação crônica
  2. pobre metabolismo do cálcio
  3. deficiência de micronutrientes (devido à hipoacidez estomacal, intestino permeável (leak gut), dieta pobre, alterações do metabolismo da glicose, estresse crônico, etc)
  4. alterações do metabolismo da glicose
  5. stress crônico com aumento do cortisol (podendo causar deficiência imunológica, acúmulo de gordura, alterações da pressão arterial, alterações da glicemia)

Veja que está tudo inter-relacionado!

Para todo este quadro e cuidar da sua saúde cardiovascular, fique atento a estes nutrientes:

  1. Magnésio
  2. Vitamina K2 MK7
  3. Vitamina D
  4. Ácidos graxos ômega-3
  5. Curcumina
  6. L-Glutationa
  7. Coenzima Q-10 e/ou BioPQQ

Fonte: https://drjockers.com/top-7-nutrients-prevent-heart-disease/

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Bolinho De Maçã Low Carb

Bolinho de maçã low carb

Ingredientes:

  • 2 maçãs orgânicas
  • 2 colheres de sopa de leite
  • 2 claras
  • 2 colheres de sopa rasas de cacau
  • 4 colheres de sopa de farelo de aveia
  • 1 colher de chá de manteiga ghee
  • 1 pitada de canela
  • 2 colheres de sopa de whey sabor baunilha ou colágeno neutro

Modo de fazer:

  1. triturar as maças no liquidificador.
  2. colocar as maçãs numa frigideira com 2 colheres de sopa de leite e deixar amolecer
  3. juntar os demais ingredientes e ir mexendo sempre até dar uma consistência de massa de bolinho (semisólida)
  4. colocar em forminhas de silicone ou de louça
  5. colocar para assar (quem usa microondas, são 3 minutos) e desenformar.
  6. servi com geleia orgânica de framboesa.

 

Dica de bolinho mais rápido:

Pegue um pote de vidro e acrescente:

  • 4 colheres de sopa de farelo de aveia
  • 4 colheres de sopa de chocolate 70%
  • 4 colheres de sopa de whey berries
  • 4 colheres de sopa de uvas-passas
  • 1 colher de chá de fermento royal

Misture tudo.

Coloque 2 colheres de sopa desta misture numa caneca.

Acrescente 1 ovo, 1 colher de café de manteiga ghee, 2 colheres de sopa de iogurte e 2 colheres de sopa de água. Misture tudo e coloque para assar no microondas (2 minutos). Se não usar micro, use um forninho!

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10 dicas para tratar o “leaky gut” (intestino permeável)

Os-16-Benefícios-do-Gengibre-para-Saúdee

Intestino permeável é coisa séria. Uma epidemia. Aqui vão algumas dicas para melhorar a sua permeabilidade intestinal:

  1. Uso de caldo de ossos: aproximadamente 250 ml 02 vezes por dia
  2. Uso de óleo de côco: 3 a 4 colheres de sopa por dia
  3. Uso de manteiga de côco: 2 colheres de sopa por dia acrescidas ou em substituição ao óleo de côco
  4. Manteiga ghee de animais de pasto: 2 a 4 colheres de sopa por dia
  5. Vinagre de maçã: 3 a 4 colheres de sopa por dia em água ou em alimentos 
  6. Peptídeos de colágeno: 2 a 4 scoops por dia
  7. Gengibre: 1 xícara de chá orgânico ou 2 gotas de óleo essencial por dia; use também a raiz
  8. Hortelã: chá orgânico ou algumas gotas de óleo essencial por dia
  9. Vegetais fermentados: use cotidianamente
  10. Semente de abóbora: aproximadamente 30 g por dia (1 colher de sopa)

 

 

Referência: https://drjockers.com/10-foods-heal-leaky-gut-syndrome/

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