Aumente seus níveis de glutationa

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A glutationa (GSH) é uma molécula produzida naturalmente pelo seu organismo.

Todas as células em nosso corpo produzem a glutationa em seu núcleo, e você ainda encontra a glutationa em alimentos naturais. Ela é uma importante enzima antioxidante, anti-inflamatória, anticancerígena e detoxificante. Com isso tudo, ela é sempre um reforço para o sistema imunológico.

Uma de suas funções é neutralizar as moléculas prejudiciais geradas durante a produção de energia e não é rara a deficiência em glutationa, devido:

  • excesso de poluição e radiação;
  • estresse;
  • dieta pobre em vitaminas, minerais e em outros nutrientes;
  • infecções frequentes;
  • uso de medicamentos;
  • lesões;
  • traumas;
  • queimaduras;
  • envelhecimento acelerado.

Além de poder ser suplementada (L-glutationa reduzida), também pode aumentar seus níveis de glutationa:

  1. Flor cardo de leite ou cardo mariano (silimarina)
  2. Alimentos com alto teor de enxofre: brócolis, couve, couve-flor, couve-de-Bruxelas, repolho, nabo, rabanete, mostarda verde, agrião, alho, cebola, acelga chinesa
  3. Exercícios físicos
  4. Nutrientes que facilitam a metilação: B6, B9 (folato) e B12
  5. Selênio
  6. Vitamina C
  7. Vitamina E
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5 passos para reduzir inflamação crônica e doenças auto-imunes

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Como você mesmo já deve ter notado, estamos presenciando um grande aumento das doenças que se manifestam ou cursam com inflamação crônica e/ou auto-imunidade, como obesidade, câncer, Alzheimer, Parkinson, doenças inflamatórias intestinais, alergias crônicas, Tireoidite de Hashimoto, psoríase, entre tantas outras.

Focada em prevenção, uma das metas principais do meu trabalho tem sido controlar a inflamação do organismo – um dos “danos” que envelhece e causa doenças, como costumo dizer, assim como a oxidação, a glicação, a acidificação, a submetilação, entre outros processos bioquímicos.

Embora a maioria das pessoas procurem uma solução rápida para seus problemas, é importante entender que temos que “preparar” o organismo para qualquer tratamento mais definitivo, estabelecendo “bases sólidas” sobre as quais ele vai se estruturar.

Neste artigo, concentre-se em 5 passos muito importantes para a sua saúde a longo prazo, de modo a combater a inflamação e a autoimunidade associada a doenças crônicas, tão prevalentes nos dias de hoje:

  1. Promova plena saúde intestinal, corrigindo a permeabilidade alterada (leaky gut)
  2. Elimine sensibilidade a alimentos
  3. Equilibre seus níveis de glicose
  4. Otimize seus níveis de vitamina D
  5. Incremente seus níveis de glutationa

Para quem não sabe, a glutationa  é considerada a mãe de todos os antioxidantes com ação antioxidante, anti-inflamatória, anticancerígena e desintoxiante. 

Pesquisadores acreditam que a glutationa (GSH) é tão importante para a nossa saúde que o nível dela em nossas células pode ser considerado um medidor natural da longevidade. Leia mais sobre ela.

 

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12 sinais e sintomas de deficiência de magnésio

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Multifuncional. Assim podemos caracterizar o papel do magnésio em nossa vida. Esse mineral (o quarto mais abundante no corpo) é encontrado principalmente em sementes, frutas secas e vegetais. Ele exerce uma série de funções imprescindíveis para o bom funcionamento do nosso organismo, entre as quais, a produção de energia pelas mitocôndrias.

Veja alguns sinais e sintomas que indicam que você pode estar apresentando deficiência deste mineral:

  1. processamento cognitivo lento, baixa concentração e lapsos de memória
  2. dores de cabeça e enxaqueca crônica
  3. constipação intestinal
  4. fadiga (física, mental e emocional)
  5. insônia
  6. espasmos musculares, caimbras e dormências
  7. dores crônicas e fibromialgia
  8. arritmia cardíaca e alterações da pressão arterial
  9. alterações da densidade mineral óssea
  10. alterações da glicemia
  11. alterações do humor, como ansiedade e depressão
  12. TPM

Considere o uso de suplementações:

  • magnésio dimalato
  • magnésio L-treonato
  • magnésio glicina
  • orotato de magnésio
  • citrato de magnésio
  • óxido de magnésio
  • sulfato de magnésio
  • aspartato de magnésio
  • carbonato de magnésio
  • outros

Destes, o dimalato é muito recomendado para fadiga crônica (porque o ácido málico é um componente do Ciclo de Krebs, que produz ATP) e depressão..

O L-treonato é o único que atravessa a barreira hemato-encefálica e penetra no cérebro, sendo bem indicado para a saúde mental  (memória, Alzheimer, concentração, aprendizado, etc) e alterações do humor, incluindo a depressão.

O magnésio glicina (ou magnésio quelato) é a forma mais indicada em casos de hipomagnesemia e o melhor tolerado pelo intestino, uma vez que a suplementação de magnésio pode causar diarreia. Inclusive, o sulfato de magnésio é muito usado para limpeza intestinal.

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Síndrome do Intestino Irritável e Dieta Low FODMAP

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) ou Síndrome do Cólon Irritável (SCI) afeta um em cada cinco americanos, sendo também comum na Austrália, Europa e muitos países asiáticos. É uma condição que é caracterizada por sintomas intestinais, incluindo dor abdominal, gases, ventre inchado e alterações nas evacuações (variando entre diarreia de prisão de ventre). Os sintomas podem muitas vezes ser debilitantes e levam a uma reduzida qualidade de vida.

Os critérios para diagnóstico da SII estão em:

http://www.mygutfeeling.eu/dieta-low-fodmap/

A dieta Low FODMAP ou dieta pobre em FODMAP é uma nova abordagem alimentar que está a ser utilizada para controlar os sintomas associados à SII. A dieta com baixo teor de FODMAP está a tornar-se mundialmente aceita como a principal estratégia de gestão dos sintomas da SII, bem como de outros distúrbios gastrointestinais.

Os FODMAPs (sigla para Oligosacarídeos, Dissacarídeos, Monosacarídeos e Polióis Fermentáveis) encontram-se numa grande variedade de alimentos que são dificilmente absorvidos pelo intestino delgado. Estes hidratos de carbono mal absorvidos são por sua vez fermentados por bactérias do intestino, produzindo gases. A pesquisa atual indica fortemente que este grupo de hidratos de carbono contribui para os sintomas associados à SII. Podemos assim afirmar que um consumo reduzido de FODMAPs na dieta é um tratamento eficaz para quem tem sintomas associados à SII.

Neste site, mygutfeeling.eu, você pode encontrar várias receitas:

http://www.mygutfeeling.eu/ultimate-low-fodmap-recipe-roundup/

http://www.mygutfeeling.eu/recipes/

As receitas estão em inglês, facilmente traduzidas no google tradutor. Veja o que lhe interessa!

A dieta low FODMAP foi desenvolvida pela equipa de investigação da Universidade Australiana Monash, liderada pelo Professor Peter Gibson. Estes desenvolveram também uma aplicação para smartphone que inclui os alimentos com alto e baixo teor de FODMAP e ainda as quantidades recomendadas, uma lista de compras, receitas e outras informações relevantes. Esta dieta foi já adoptada com sucesso no Reino Unido pela Universidade Londrina King´s College, bem como na Bélgica (Universidade de Lovaina) e na Itália (Universidade de Bolonha).

Fonte: http://www.mygutfeeling.eu/

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12 alimentos ricos em cálcio

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Quando a gente pensa em cálcio, logo vem o leite de vaca e derivados. Entretanto, a situação do leite de vaca está complicada, com muitas controvérsias que não pretendo abordar agora. No entanto, eu particularmente gosto do leite fermentado (iogurtes). Uma melhor opção é o leite e iogurte de ovelha!

Vou colocar aqui outras fontes de cálcio que podem ajudar a compor a ingestão deste mineral tão importante para diversas funções em nosso organismo.. Em geral, recomendo 3 ou mais porções de alimentos ricos em cálcio por dia. No entanto, 2 xícaras de leite de ovelha já atenderia a necessidade diária de cálcio. Pelo menos 1 vez por dia, eu recomendo ingerir alguns destes alimentos “longe” de outros alimentos, como o iogurte puro, sem aveia, sem granola, sem frutas ricas em fibras, favorecendo a melhor absorção do cálcio.

Portanto, temos como outras fontes de cálcio:

  1. Brócolis
  2. Espinafre
  3. Sardinhas
  4. Grão-de-bico
  5. Feijão branco
  6. Semente de gergelim
  7. Semente de abóbora
  8. Semente de linhaça
  9. Amêndoas
  10. Chia
  11. Aveia
  12. Tofu

Lembre-se de que ingerir é uma coisa. Absorver, quelar, eliminar em excesso são outras. Tudo depende de um equilíbrio da alimentação!

 

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Uma cianobactéria chamada spirulina: um superalimento

23/01/2018 16:41:55

Assim começa uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre essas cianobactérias, chamadas de spirulina2. Pelo teor da chamada do jornal, podemos perceber que essa bactéria merece atenção. Realmente, por ser de fácil cultivo, torna-se uma ótima opção para os países em desenvolvimento, que possuem fontes naturais de spirulina em seus lagos.

Segundo o artigo, a spirulina é uma das mais antigas formas de vida na Terra, o que gera uma aura mística em torno desse ser vivo. A spirulina é um organismo unicelular que utiliza calor, luz, água e minerais para sintetizar proteínas, carboidratos, vitaminas e outros nutrientes vitais para o homem. Essa bactéria comestível é um dos alimentos mais concentrados que existem em nosso planeta, sendo uma fonte excelente de todos 8 aminoácidos essenciais, betacarotenos, minerais (dentre eles o ferro), ácido gama-linolênico entre outros. Além disso, ainda tem baixo teor de gordura e sódio, é resistente à contaminação por metais pesados, como o chumbo, desde que cultivada adequadamente, e é de fácil digestão.

De fato, o mais correto seria nos referirmos a spirulina como “spirulinas” e mencionar que elas são cianobactérias (também conhecidas como algas azuis e por isso as vezes chamadas de algas) que habitam águas alcalinas em zonas tropicais e subtropicais. Sob o microscópio, elas se parecem com filamentos azuis-esverdeados, devido a presença de clorofila e ficocianina nas células. Existem 35 espécies de spirulina, as quais proliferam em muitos lagos alcalinos ao redor do mundo, entretanto, como as formas espirais dessas bactérias parecem se modificar espontaneamente dependendo do pH e das condições nutricionais que encontram em seu meio ambiente, é perfeitamente possível que as diferentes formas encontradas sejam apenas variações morfológicas de uma única espécie3.

ALGUMAS CURIOSIDADES

Existem evidências de que quando os espanhóis conquistaram o México, no início do século 16, os Astecas já colhiam uma biomassa composta por spirulinas do Lago Texcoco e faziam formas parecidas com tijolos, que eram consumidas da mesma maneira que o queijo é nos dias atuais4

Da mesma maneira, a tribo Kanembu, nas praias do Lago Chad, na África Central, utiliza a spirulina seca já há algum tempo, como alimento. A spirulina é colhida e seca ao sol na forma de bolos que são utilizados no preparo de pratos locais4,5.

Os benefícios da spirulina são tantos e tão benéficos que a NASA realizou pesquisas para incorporá-la a dieta de seus astronautas6 e a utilizou com sucesso7, já a Agência Espacial Européia verifica a possibilidade de poder cultivá-la e usá-la como alimento em uma futura colonização de Marte8.

PROPRIEDADES NUTRICIONAIS

A spirulina contém um alto teor de proteínas, até 70% de proteína por porção e muitas vitaminas, como a B12, provitamina A (?-carotenos), minerais como o ferro além de ácidos fenólicos (antioxidantes)9, ?-linolênicos e tocoferóis. Como a spirulina não possui parede celular, ela é facilmente digerida pelo homem3.

PROPRIEDADES MEDICINAIS

Pesquisas já mostraram resultados interessantes sobre as propriedades medicinais da spirulina. Por exemplo, seu uso é reconhecido na prevenção e no tratamento do câncer oral10 e da fibrose hepática2. Além disso, os nutrientes presentes na spirulina reforçam o sistema imune e aumentam a capacidade do organismo de gerar novas células sanguíneas para prevenir doenças, incluindo o câncer11. A spirulina não apresenta efeitos colaterais e é de natureza não tóxica10 e foi descrita como apresentando ação antioxidante, antifúngica, antiviral, antibacteriana, antitumoral, além de proteger contra respostas alérgicas (asma, rinite), ser um neuroprotetor e também um inibidor de reações anafiláticas12.

É inevitável pensar que, mais uma vez, a natureza se mostra mais sábia que toda a tecnologia e progresso gerado pela civilização quando é capaz de produzir naturalmente uma fonte alimentar tão rica em nutrientes e com tantas propriedades medicinais como a spirulina.

Referências:

1. Spirulina: a luxury health food and a panacea for malnutrition. The Guardian Available at: https://www.theguardian.com/sustainable-business/2014/sep/12/spirulina-health-food-panacea-malnutrition. (Acessado: 1o novembro 2017)

2. Wu, L., Ho, J. A., Shieh, M.-C. & Lu, I.-W. Antioxidant and Antiproliferative Activities of Spirulina and Chlorella Water Extracts. J. Agric. Food Chem. 53, 4207–4212 (2005).

3. Dillon, J. C., Phuc, A. P. & Dubacq, J. P. Nutritional value of the alga Spirulina. World Rev. Nutr. Diet. 77, 32–46 (1995).

4. FARRAR DR., W. V. Tecuitlatl; A Glimpse of Aztec Food Technology. Nature 211, 341 (1966).

5. Abdulqader, G., Barsanti, L. & Tredici, M. R. Harvest of Arthrospira platensis from Lake Kossorom (Chad) and its household usage among the Kanembu. J. Appl. Phycol. 12, 493–498 (2000).

6. Tadros, M. G., inci pa I nvestigator, P. I. & Monitor Robert MacElroy, P.-D.-T. D. Characterization of Spirulina Biomass Y for CELSS Diet Potential Title: Characterization of Spirulino Biomass for CELSS Diet Potential. (1389).

7. Karkos, P. D., Leong, S. C., Karkos, C. D., Sivaji, N. & Assimakopoulos, D. A. Spirulina in clinical practice: evidence-based human applications. Evid. Based. Complement. Alternat. Med. 2011, 531053 (2011).

8. Ready for dinner on Mars? / Exploration / Human Spaceflight / Our Activities / ESA. Available at: http://www.esa.int/Our_Activities/Human_Spaceflight/Exploration/Ready_for_dinner_on_Mars. (Acessado: 7o novembro 2017)

9. SOARES, S. E. Ácidos fenólicos como antioxidantes. Rev. Nutr. 15, 71–81 (2002).

10. Danaraddi, S., Hunasgi, S., Koneru, A., Ramalu, S. & Vanishree, M. Natural ways to prevent and treat oral cancer. J. Oral Res. Rev. 6, 34 (2014).

11. Mathew, B. et al. Evaluation of Chemoprevention of Oral Cancer With Spirulina fusiformis. Nutr. Cancer 24, 197–202 (1995).

12. Nuhu, A. A. Spirulina (Arthrospira)?: An Important Source of Nutritional and Medicinal Compounds. J. Mar. Biol. 2013, 1–8 (2013).

 Publicado em: http://quantumbio.com.br/blog/243/?utm_campaign=3001_artigo_sobre_a_spirulina&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
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Evite xenoestrogênios e busque ser “toxic-free”

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Nossa, você não tem ideia do quanto estamos expostos aos tais dos xenoestrogênios? São moléculas que atuam nos receptores estrogênicos, causando predominância estrogênica e uma série de sinais e sintomas a ela relacionada:

  • TPM acentuada e mudanças de humor
  • fadiga
  • excesso de sangramento menstrual e endometriose
  • cólica menstrual
  • infertilidade
  • doença fibrocística da mama e sensibilidade mamária
  • displasia cervical, miomas císticos e adenomiose
  • dor de cabeça
  • metabolismo lento e ganho de peso
  • diminuição da libido
  • insônia
  • hipotireoidismo, porque o estrogênio é antagônico ao hormônio tireoideano
  • câncer (mama, ovário, útero)
  • menopausa precoce

Mas de onde vêm estas moléculas? De inúmeras fontes. Estamos hoje em dia “cercados” destas substanciazinhas perigosas para a saúde da mulher, e também dos homens. Sim, ela pode comprometer a saúde masculina também.

Principais xenoestrogênicos:

  • herbicidas e pesticidas
  • comida enlatada
  • plásticos, BPA (bisfenol A) e PCBs (bifenilpoliclorado)
  • sprays de limpeza
  • produtos para lavagem a seco
  • perfumes e fragrâncias
  • shampoos
  • maquiagens e demaquilantes
  • sabonetes
  • loções de pele
  • descolorantes
  • outros

Alguns alimentos são estrogênicos, como soja e alimentos contendo soja (evite principalmente a transgênica e prefira soja fermentada), cafeína em excesso, cerveja, carne vermelha convencional e laticínios convencionais, devido a produtos que os animais ingerem, alimentos processados, principalmente carnes processadas (presuntos e afins), água de torneira contendo cloro e flúor, alimentos muito açucarados, entre outros.

Hoje existem várias propostas “toxic-free”. A gente tem que começar a se ligar mais nisso! Fazer escolhas que incluam opções free (livres) de xenoestrógenos, incluindo os agrotóxicos, de metais tóxicos, de flúor, de cloro, alimentos com excesso de gorduras e açúcares inadequados, enfim, ser mais pró-ativo para manter a saúde: um dos princípios da Medicina do Século XXI!!!!

 

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Alimentos e suplementos na menopausa

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Os meus pacientes sabem muito bem que eu gosto de suplementações. Costumo dizer que “a gente pode viver feliz sem”, mas, para deter, retardar ou reverter o dano que envelhece e causa doenças, levando ao declínio que ainda caracteriza o envelhecimento, precisamos de “algo mais”. E este algo mais inclui os suplementos, como propõe também a Engenharia Aplicada ao Tempo de Vida Saudável.

Na menopausa, a diminuição dos hormônios sexuais femininos resulta em grande impacto na qualidade de vida da maioria das mulheres. podendo causar depressão, lapsos de memória, irritabilidade, fogachos (calorões), dificuldades para dormir, diminuição da libido e ganho de peso.

Na realidade, propomos que os cuidados sejam tomados “antes” que estes sinais e sintomas se manifestem. Primeiro, com fitoterápicos e ativos específicos, deixando que a reposição hormonal individualizada propriamente dita fique como segunda opção, caso a queda hormonal ocorra de maneira significativa mesmo com cuidados preventivos.

Vamos a alguns tópicos:

  1. alimentação que ajuda a combater o câncer, principalmente o câncer de mama
  2. suplementações gerais na fase de pré e pós-menopausa
  3. outros tópicos que merecem atenção

(1) Em se tratado da alimentação para evitar o maior risco de câncer nesta faixa etária, particularmente o câncer de mama, propomos:

  • dieta predominantemente de origem vegetal
  • peixes ricos em ômega-3 (não de cativeiro)
  • linhaça e óleo de semente de linhaça
  • açafrão-da-terra
  • vegetais crucíferos: brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas, couve folha, repolho, folha de mostarda, rabanete, nabo, agrião, bok choy ou acelga chinesa, raiz forte (wasabi ou horse radish)
  • chá verde
  • chá de amora
  • redução da carne vermelha convencional (preferir boi de pasto), laticínios com alto teor de gordura e doces açucarados

(2) Suplementações gerais na fase de pré e pós-menopausa

  • extrato de brócolis (brocolinol)
  • extrato de chá verde
  • extrato de amora
  • indol-3-carbinol + cálcio-D-glucarato
  • DIM (di-indol-metano) lipofílico
  • gamatocoferol (tocofemax)
  • óleo de semente de linhaça
  • óleo de peixe
  • ácido elágico
  • curcumin-C3-complex
  • isoflavona da soja
  • pregnenolona
  • Cimicifuga racemosa
  • Panax ginseng
  • Yang mexicano
  • Dong Quai (Angelica sinensis)
  • Red clover (Trevo vermelho)
  • Vitex agnus castus
  • Acatea racemosa
  • Ashwagandha KSM66
  • Rhodiola rosea
  • vitamina D
  • magnésio

Enfim, são muitas as opções (com fins diversos) que sempre devem ser individualizadas.

(3) Outros tópicos que merecem atenção:

  • ingerir bastante água de boa qualidade (água alcalina);
  • evitar a água de torneira que contém cloro e flúor;
  • ter uma boa ingestão de gorduras saudáveis na dieta (cuidado com “low fat diets”);
  • evitar toxinas, principalmente os xenoestrogênios 
  • evitar excesso de açúcares e carboidratos mais “densos”, que aumentam a insulina, favorecendo inflamação, câncer e ganho de gordura corporal;
  • evitar excesso de soja, principalmente a transgênica, e alimentos que contém soja (preferir a soja fermentada);
  • manter boa ingestão de cálcio através da alimentação.

O importante disso tudo é entender que podemos agir antes dos problemas se manifestarem e evitarmos o declínio tão acentuado dos níveis hormonais e suas consequências.

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15 Top nutrientes para as suas mitocôndrias

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As mitocôndrias são nossas usinazinhas de energia. Além disso, TODA INFLAMAÇÃO ENVOLVE AS MITOCÔNDRIAS. Incrível, não é mesmo?

Vamos conhecer primeiro os fatores que prejudicam a produção de energia, como:

  • o uso de óleos vegetais danificados em frituras;
  • metais tóxicos (mercúrio);
  • falta de nutrientes

Veja agora 15 nutrientes top para a função mitocondrial:

  • Acetil-L-carnitina
  • Acido R-alfa-lipoico
  • Coezima Q-10
  • BioPQQ
  • NADH
  • D-Ribose
  • Magnésio
  • Zinco
  • Selênio
  • NAC (N-acetil-cisteína)
  • Vitamina B3 (niacina)
  • Vitamina B2 (riboflavina)
  • Ômega-3
  • Vitamina C
  • Vitamina E

Quanto de cada um? Como combinar os nutrientes?

Este é o segredo de cada profissional, que adquire experiência com determinados nutrientes/doses, mais do que com outros! Em cápsulas ou sachês, podemos compor diferentes formulações para atender as necessidades do paciente, seja como prevenção, seja como tratamento, inclusive de doenças graves como Parkinson, Alzheimer, depressão, câncer, entre outras.

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