Deficiência de magnésio: leia com cuidado!

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A deficiência de magnésio é frequentemente pouco diagnosticada, porque apenas 1% do magnésio do corpo está na corrente sanguínea. Então o exame laboratorial não reflete exatamente o que está acontecendo nos outros locais do organismo!!!

Você sabia que a deficiência desde mineral acomete cerca de 80% da população dos EUA nos dias de hoje? O problema é que a grande maioria das doenças está de alguma forma associada à deficiência de magnésio, o mineral mais importante para a estabilidade elétrica das células em nosso organismo, além de inúmeras outras funções. Não é raro ocorrer iatrogenismo, ou seja, tratamento sem o diagnóstico adequado que não resolve o quadro do paciente e pode até mesmo levar à morte.

Você já ouviu alguém dizendo que, mesmo bebendo muita água, sempre está com sede? Pode não ser falta de água exatamente, mas de eletrólitos/nutrientes, como magnésio, potássio, bicarbonato, cloro e sódio, os principais envolvidos.

Mas vamos ver os principais sinais e sintomas de deficiência de magnésio, que são muito variados, principalmente porque o magnésio participa da ação de centenas de enzimas, na produção de energia, nos sistemas detox e alcalinizaste, enfim, inúmeros papeis.

PRIMEIROS SINAIS/SINTOMAS

  • caimbras, dores nos pés, tremores, tensão e espasmos musculares: podem ser os primeiros sinais/sintomas  (leg cramps, foot pain, tremors, muscle tension e muscle twitches)
  • perda de apetite (loss of apetite)
  • náuseas (nausea)
  • vômitos (vomiting)
  • fadiga (fatigue): física e mental (physical and mental)
  • baixa energia (low energy)
  • fraqueza (weakness)

SINAIS/SINTOMAS PROGRIDEM

  • dormência de extremidades (numbness)
  • formigamento (tingling)
  • alterações do ritmo cardíaco (abnormal heart rhythms), como palpitações (palpitation)

OUTROS SINAIS/SINTOMAS

  • dores nas costas (back pain)
  • dores no pescoço (neck pain)
  • dores de cabeça tensionais (tension headaches)
  • disfunção tempero-mandibular (jaw junction dysfunction)
  • dificuldade de respirar profundamente (sensation that you can’t take a deep breath)
  • suspiros frequentes (sigh a lot)
  • aperto no peito (chest tightness)
  • constipação intestinal (constipation)
  • cólicas menstruais (menstrual cramps)
  • espasmos urinários (urinary spams)
  • dificuldade de engolir (difficulty in swallowing)
  • fotofobia (photophobia)
  • sensibilidade ao barulho (loud noise sensitivity)
  • insônia (insomnia)
  • ansiedade (anxiety) e apreensão (apprehension)
  • hiperatividade e inquietação com constante movimento (hyperactivity and restlessness with constant movement)
  • ataques de pânico (panic attacks)
  • agorafobia (agoraphobia)
  • irritabilidade pre-menstrual (premenstrual irritability)
  • angina (angina)
  • aumento da pressão arterial (high blood pressure)
  • prolapso de válvula mitral (mitral valve prolapse)
  • vontade de comer carboidrato (carbohydrate craving)
  • vontade de comer sal (salt craving)
  • intolerância à carboidrato (carbohydrate intolerance)
  • sensibilidade nas mamas (breast tenderness)
  • depressão (depression)
  • alucinações (hallucinations)
  • delírios (delirium)
  • epilepsia (epilepsia)
  • autismo (autismo)
  • confusão mental (confusion)
  • contrações persistentes debaixo dos olhos (persistent under eye twitch)
  • digestão pobre (poor digestion)
  • hipocalcemia (com deficiência severa) (hypocalcemia) e hipopotassemia (hypokalemia)

Como grandes quantidades de cálcio se perde na urina em caso de deficiência de magnésio, estas pessoas com grande deficiência têm tendência a problemas dentários e ósseos, até mesmo osteoporose.

Nos rins, o magnésio junto com a vitamina B6, ajuda a dissolver pedras.

E SE A DEFICIÊNCIA DE MAGNÉSIO FOR MUITO SEVERA?

  • muita sede (extreme thrist)
  • muita fome (extreme hunger)
  • urina frequente (frequent urination)
  • dificuldade de cicatrização (sores or bruises that heal slowly)
  • pele seca, coceira (dry, ichy skin)
  • perda de peso inexplicável (unexplained weight loss)
  • visão borrada que muda de dia para dia (blurry vision that changes from day to day)
  • cansaço não usual ou lentidão (unusual tiredness or drowsiness)
  • formigamento e dormência importantes de mãos e pés (tingling or numbness in the hands or feet)
  • infecções frequentes por fungos (yeast infections)

Mas isso não parece diabetes? Muitas pessoas possuem diabetes antes dos sintomas serem claros. Quando o diagnóstico é feito, muitas vezes o dano já é grande devido à resistência à insulina e deficiência de magnésio. Mercúrio e arsênico agravam o quadro. Enfim, a deficiência de magnésio caminha de mãos dadas com problemas associados à resistência à insulina, inclusive cardiovasculares. Pode ser considerada um preditor de diabetes e doenças cardiovasculares.

 

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24 top alimentos para combater o câncer

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Eu, particularmente, não acredito em nada isoladamente. Reduzir o risco de câncer é um “todo”. O lado prático do meu trabalho é acompanhar os parâmetros de inflamação, oxidação, glicação, acidificação, submetilação, entre outros, uma vez que todos refletem direta ou indiretamente, em maior ou menor grau, no risco de câncer. Mas algumas dicas alimentares sempre são úteis. Veja aqui alguns top alimentos para combater o câncer:

  1. Chá verde
  2. Amora
  3. Framboesa
  4. Mirtilo
  5. Limão
  6. Cebola
  7. Couve, rúcula, espinafre, folhas de mostarda e outras folhas verdes-escuras
  8. Açafrão-da-terra
  9. Alcachofra
  10. Alho
  11. Tomate
  12. Azeite de oliva
  13. Chocolate amargo
  14. Orégano
  15. Gengibre
  16. Couve-flor
  17. Couve-de-bruxelas
  18. Nabo
  19. Rabanete
  20. Abacate
  21. Nozes, castanhas, amêndoas e sementes
  22. Brócolis
  23. Cogumelos
  24. Ginseng
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10 dicas para diminuir a resistência à insulina

A resistência à insulina está na raiz da síndrome metabólica, que sempre tem, como ponto de partida, o aumento da circunferência abdominal, e depois pode ter outros fatores associados como:

  • intolerância à glicose ou diabetes
  • hipertensão arterial
  • HDL-colesterol baixo
  • hipertrigliceridemia
  • ácido úrico aumentado
  • esteatose hepática

Não vamos discutir aqui os critérios de síndrome metabólica. Apenas queremos dar algumas dicas para combater a resistência à insulina, favorecendo a perda de peso e a adequação dos demais parâmetros:

  1. Consuma arroz e pasta que obedeçam a proporção de 4/3 entre carboidrato e proteína, como os da Zone Diet (elaborados por uma técnica de Molecular Baking), que contém 21 g de carbo e 15 de proteína;
  2. Consuma 1 colher de óleo de côco (30 ml) 02 vezes por dia, 1/2 hora antes do almoço e do jantar ou 20 ml 03 vezes por dia;
  3. Consuma green tea (chá verde) diariamente, preferindo aqueles com maior concentração como o Cammelia sinensis original da Anew (1 sachê em 500 ml de água/dia);
  4. Cuide de seus níveis de vitamina D, incluindo a exposição ao sol sempre que possível, pois favorece também a produção de serotonina;
  5. Diminua o consumo de frutose, o açúcar das frutas, que existe em maior concentração na melancia, mamão, banana, abacaxi, manga, entre outras frutas tropicais;
  6. Diminua a exposição ao bisfenol A,  um composto químico que pode ser encontrado em plásticos que apresentam em sua composição o policarbonato e em revestimentos internos de latas que condicionam alimentos. De óculos de sol a acessórios de automóveis, produtos com BPA estão por toda parte; fique atento aos utensílios de cozinha;
  7. Pratique atividade física diariamente ou pelo menos 5 vezes por semana;
  8. Utilize suplementos como:
  • Olive leaf 20%
  • Irvingia
  • Spirulina
  • Curcumin C3 Complex
  • Extrato de gengibre 5%
  • Cromo
  • Vanádio
  • Morosil
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7 nutrientes para a saúde cardiovascular

Hand with pen drawing the chemical formula of coenzyme Q10

Hand with pen drawing the chemical formula of coenzyme Q10

 

Para entender os principais nutrientes para a saúde cardiovascular, é preciso entender primeiro os maiores riscos a ela relacionados:

  1. inflamação crônica
  2. pobre metabolismo do cálcio
  3. deficiência de micronutrientes (devido à hipoacidez estomacal, intestino permeável (leak gut), dieta pobre, alterações do metabolismo da glicose, estresse crônico, etc)
  4. alterações do metabolismo da glicose
  5. stress crônico com aumento do cortisol (podendo causar deficiência imunológica, acúmulo de gordura, alterações da pressão arterial, alterações da glicemia)

Veja que está tudo inter-relacionado!

Para todo este quadro e cuidar da sua saúde cardiovascular, fique atento a estes nutrientes:

  1. Magnésio
  2. Vitamina K2 MK7
  3. Vitamina D
  4. Ácidos graxos ômega-3
  5. Curcumina
  6. L-Glutationa
  7. Coenzima Q-10 e/ou BioPQQ

Fonte: https://drjockers.com/top-7-nutrients-prevent-heart-disease/

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Bolinho De Maçã Low Carb

Bolinho de maçã low carb

Ingredientes:

  • 2 maçãs orgânicas
  • 2 colheres de sopa de leite
  • 2 claras
  • 2 colheres de sopa rasas de cacau
  • 4 colheres de sopa de farelo de aveia
  • 1 colher de chá de manteiga ghee
  • 1 pitada de canela
  • 2 colheres de sopa de whey sabor baunilha ou colágeno neutro

Modo de fazer:

  1. triturar as maças no liquidificador.
  2. colocar as maçãs numa frigideira com 2 colheres de sopa de leite e deixar amolecer
  3. juntar os demais ingredientes e ir mexendo sempre até dar uma consistência de massa de bolinho (semisólida)
  4. colocar em forminhas de silicone ou de louça
  5. colocar para assar (quem usa microondas, são 3 minutos) e desenformar.
  6. servi com geleia orgânica de framboesa.

 

Dica de bolinho mais rápido:

Pegue um pote de vidro e acrescente:

  • 4 colheres de sopa de farelo de aveia
  • 4 colheres de sopa de chocolate 70%
  • 4 colheres de sopa de whey berries
  • 4 colheres de sopa de uvas-passas
  • 1 colher de chá de fermento royal

Misture tudo.

Coloque 2 colheres de sopa desta misture numa caneca.

Acrescente 1 ovo, 1 colher de café de manteiga ghee, 2 colheres de sopa de iogurte e 2 colheres de sopa de água. Misture tudo e coloque para assar no microondas (2 minutos). Se não usar micro, use um forninho!

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10 dicas para tratar o “leaky gut” (intestino permeável)

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Intestino permeável é coisa séria. Uma epidemia. Aqui vão algumas dicas para melhorar a sua permeabilidade intestinal:

  1. Uso de caldo de ossos: aproximadamente 250 ml 02 vezes por dia
  2. Uso de óleo de côco: 3 a 4 colheres de sopa por dia
  3. Uso de manteiga de côco: 2 colheres de sopa por dia acrescidas ou em substituição ao óleo de côco
  4. Manteiga ghee de animais de pasto: 2 a 4 colheres de sopa por dia
  5. Vinagre de maçã: 3 a 4 colheres de sopa por dia em água ou em alimentos 
  6. Peptídeos de colágeno: 2 a 4 scoops por dia
  7. Gengibre: 1 xícara de chá orgânico ou 2 gotas de óleo essencial por dia; use também a raiz
  8. Hortelã: chá orgânico ou algumas gotas de óleo essencial por dia
  9. Vegetais fermentados: use cotidianamente
  10. Semente de abóbora: aproximadamente 30 g por dia (1 colher de sopa)

 

 

Referência: https://drjockers.com/10-foods-heal-leaky-gut-syndrome/

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10 alimentos ricos em ácido fólico

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O ácido fólico é uma das vitaminas do complexo B (B9), também conhecido por “folato”. Tem inúmeras funções em nosso organismo, principalmente síntese e reparação do DNA, divisão e crescimento celular, produção de novas proteínas e formação de hemácias. É muito importante para a saúde cardiovascular e do sistema nervoso. Veja 10 entre as principais fontes de folato:

  1. Grão-de-bico
  2. Fígado de boi
  3. Feijão carioca
  4. Feijão fradinho
  5. Lentilha
  6. Espinafre
  7. Aspargos
  8. Beterraba
  9. Brócolis
  10. Abacate
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12 alimentos ricos em enxofre

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O enxofre é um mineral essencial mega importante em nosso organismo. Está ligado a uma série de reações metabólicas, sendo essencial para a saúde da célula, para a produção de glutationa e todo o sistema de detoxificação, para a formação dos ossos, cabelos e unhas (cabelos e unhas são constituídos por uma proteína resistente com um elevado teor de enxofre, conhecida como queratina), além de contribuir para a flexibilidade de toda a estrutura corporal. São boas fontes de enxofre:

  1. Alho
  2. Cebola
  3. Brócolis
  4. Couve
  5. Couve-de-bruxelas
  6. Couve-flor
  7. Mostarda verde
  8. Repolho
  9. Rabanete
  10. Nabo
  11. Agrião
  12. Acelga chinesa
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Aumente seus níveis de glutationa

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A glutationa (GSH) é uma molécula produzida naturalmente pelo seu organismo.

Todas as células em nosso corpo produzem a glutationa em seu núcleo, e você ainda encontra a glutationa em alimentos naturais. Ela é uma importante enzima antioxidante, anti-inflamatória, anticancerígena e detoxificante. Com isso tudo, ela é sempre um reforço para o sistema imunológico.

Uma de suas funções é neutralizar as moléculas prejudiciais geradas durante a produção de energia e não é rara a deficiência em glutationa, devido:

  • excesso de poluição e radiação;
  • estresse;
  • dieta pobre em vitaminas, minerais e em outros nutrientes;
  • infecções frequentes;
  • uso de medicamentos;
  • lesões;
  • traumas;
  • queimaduras;
  • envelhecimento acelerado.

Além de poder ser suplementada (L-glutationa reduzida), também pode aumentar seus níveis de glutationa:

  1. Flor cardo de leite ou cardo mariano (silimarina)
  2. Alimentos com alto teor de enxofre: brócolis, couve, couve-flor, couve-de-Bruxelas, repolho, nabo, rabanete, mostarda verde, agrião, alho, cebola, acelga chinesa
  3. Exercícios físicos
  4. Nutrientes que facilitam a metilação: B6, B9 (folato) e B12
  5. Selênio
  6. Vitamina C
  7. Vitamina E
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5 passos para reduzir inflamação crônica e doenças auto-imunes

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Como você mesmo já deve ter notado, estamos presenciando um grande aumento das doenças que se manifestam ou cursam com inflamação crônica e/ou auto-imunidade, como obesidade, câncer, Alzheimer, Parkinson, doenças inflamatórias intestinais, alergias crônicas, Tireoidite de Hashimoto, psoríase, entre tantas outras.

Focada em prevenção, uma das metas principais do meu trabalho tem sido controlar a inflamação do organismo – um dos “danos” que envelhece e causa doenças, como costumo dizer, assim como a oxidação, a glicação, a acidificação, a submetilação, entre outros processos bioquímicos.

Embora a maioria das pessoas procurem uma solução rápida para seus problemas, é importante entender que temos que “preparar” o organismo para qualquer tratamento mais definitivo, estabelecendo “bases sólidas” sobre as quais ele vai se estruturar.

Neste artigo, concentre-se em 5 passos muito importantes para a sua saúde a longo prazo, de modo a combater a inflamação e a autoimunidade associada a doenças crônicas, tão prevalentes nos dias de hoje:

  1. Promova plena saúde intestinal, corrigindo a permeabilidade alterada (leaky gut)
  2. Elimine sensibilidade a alimentos
  3. Equilibre seus níveis de glicose
  4. Otimize seus níveis de vitamina D
  5. Incremente seus níveis de glutationa

Para quem não sabe, a glutationa  é considerada a mãe de todos os antioxidantes com ação antioxidante, anti-inflamatória, anticancerígena e desintoxiante. 

Pesquisadores acreditam que a glutationa (GSH) é tão importante para a nossa saúde que o nível dela em nossas células pode ser considerado um medidor natural da longevidade. Leia mais sobre ela.

 

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