12 sinais e sintomas de deficiência de magnésio

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Multifuncional. Assim podemos caracterizar o papel do magnésio em nossa vida. Esse mineral (o quarto mais abundante no corpo) é encontrado principalmente em sementes, frutas secas e vegetais. Ele exerce uma série de funções imprescindíveis para o bom funcionamento do nosso organismo, entre as quais, a produção de energia pelas mitocôndrias.

Veja alguns sinais e sintomas que indicam que você pode estar apresentando deficiência deste mineral:

  1. processamento cognitivo lento, baixa concentração e lapsos de memória
  2. dores de cabeça e enxaqueca crônica
  3. constipação intestinal
  4. fadiga (física, mental e emocional)
  5. insônia
  6. espasmos musculares, caimbras e dormências
  7. dores crônicas e fibromialgia
  8. arritmia cardíaca e alterações da pressão arterial
  9. alterações da densidade mineral óssea
  10. alterações da glicemia
  11. alterações do humor, como ansiedade e depressão
  12. TPM

Considere o uso de suplementações:

  • magnésio dimalato
  • magnésio L-treonato
  • magnésio glicina
  • orotato de magnésio
  • citrato de magnésio
  • óxido de magnésio
  • sulfato de magnésio
  • aspartato de magnésio
  • carbonato de magnésio
  • outros

Destes, o dimalato é muito recomendado para fadiga crônica (porque o ácido málico é um componente do Ciclo de Krebs, que produz ATP) e depressão..

O L-treonato é o único que atravessa a barreira hemato-encefálica e penetra no cérebro, sendo bem indicado para a saúde mental  (memória, Alzheimer, concentração, aprendizado, etc) e alterações do humor, incluindo a depressão.

O magnésio glicina (ou magnésio quelato) é a forma mais indicada em casos de hipomagnesemia e o melhor tolerado pelo intestino, uma vez que a suplementação de magnésio pode causar diarreia. Inclusive, o sulfato de magnésio é muito usado para limpeza intestinal.

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Síndrome do Intestino Irritável e Dieta Low FODMAP

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) ou Síndrome do Cólon Irritável (SCI) afeta um em cada cinco americanos, sendo também comum na Austrália, Europa e muitos países asiáticos. É uma condição que é caracterizada por sintomas intestinais, incluindo dor abdominal, gases, ventre inchado e alterações nas evacuações (variando entre diarreia de prisão de ventre). Os sintomas podem muitas vezes ser debilitantes e levam a uma reduzida qualidade de vida.

Os critérios para diagnóstico da SII estão em:

http://www.mygutfeeling.eu/dieta-low-fodmap/

A dieta Low FODMAP ou dieta pobre em FODMAP é uma nova abordagem alimentar que está a ser utilizada para controlar os sintomas associados à SII. A dieta com baixo teor de FODMAP está a tornar-se mundialmente aceita como a principal estratégia de gestão dos sintomas da SII, bem como de outros distúrbios gastrointestinais.

Os FODMAPs (sigla para Oligosacarídeos, Dissacarídeos, Monosacarídeos e Polióis Fermentáveis) encontram-se numa grande variedade de alimentos que são dificilmente absorvidos pelo intestino delgado. Estes hidratos de carbono mal absorvidos são por sua vez fermentados por bactérias do intestino, produzindo gases. A pesquisa atual indica fortemente que este grupo de hidratos de carbono contribui para os sintomas associados à SII. Podemos assim afirmar que um consumo reduzido de FODMAPs na dieta é um tratamento eficaz para quem tem sintomas associados à SII.

Neste site, mygutfeeling.eu, você pode encontrar várias receitas:

http://www.mygutfeeling.eu/ultimate-low-fodmap-recipe-roundup/

http://www.mygutfeeling.eu/recipes/

As receitas estão em inglês, facilmente traduzidas no google tradutor. Veja o que lhe interessa!

A dieta low FODMAP foi desenvolvida pela equipa de investigação da Universidade Australiana Monash, liderada pelo Professor Peter Gibson. Estes desenvolveram também uma aplicação para smartphone que inclui os alimentos com alto e baixo teor de FODMAP e ainda as quantidades recomendadas, uma lista de compras, receitas e outras informações relevantes. Esta dieta foi já adoptada com sucesso no Reino Unido pela Universidade Londrina King´s College, bem como na Bélgica (Universidade de Lovaina) e na Itália (Universidade de Bolonha).

Fonte: http://www.mygutfeeling.eu/

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12 alimentos ricos em cálcio

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Quando a gente pensa em cálcio, logo vem o leite de vaca e derivados. Entretanto, a situação do leite de vaca está complicada, com muitas controvérsias que não pretendo abordar agora. No entanto, eu particularmente gosto do leite fermentado (iogurtes). Uma melhor opção é o leite e iogurte de ovelha!

Vou colocar aqui outras fontes de cálcio que podem ajudar a compor a ingestão deste mineral tão importante para diversas funções em nosso organismo.. Em geral, recomendo 3 ou mais porções de alimentos ricos em cálcio por dia. No entanto, 2 xícaras de leite de ovelha já atenderia a necessidade diária de cálcio. Pelo menos 1 vez por dia, eu recomendo ingerir alguns destes alimentos “longe” de outros alimentos, como o iogurte puro, sem aveia, sem granola, sem frutas ricas em fibras, favorecendo a melhor absorção do cálcio.

Portanto, temos como outras fontes de cálcio:

  1. Brócolis
  2. Espinafre
  3. Sardinhas
  4. Grão-de-bico
  5. Feijão branco
  6. Semente de gergelim
  7. Semente de abóbora
  8. Semente de linhaça
  9. Amêndoas
  10. Chia
  11. Aveia
  12. Tofu

Lembre-se de que ingerir é uma coisa. Absorver, quelar, eliminar em excesso são outras. Tudo depende de um equilíbrio da alimentação!

 

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Uma cianobactéria chamada spirulina: um superalimento

23/01/2018 16:41:55

Assim começa uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre essas cianobactérias, chamadas de spirulina2. Pelo teor da chamada do jornal, podemos perceber que essa bactéria merece atenção. Realmente, por ser de fácil cultivo, torna-se uma ótima opção para os países em desenvolvimento, que possuem fontes naturais de spirulina em seus lagos.

Segundo o artigo, a spirulina é uma das mais antigas formas de vida na Terra, o que gera uma aura mística em torno desse ser vivo. A spirulina é um organismo unicelular que utiliza calor, luz, água e minerais para sintetizar proteínas, carboidratos, vitaminas e outros nutrientes vitais para o homem. Essa bactéria comestível é um dos alimentos mais concentrados que existem em nosso planeta, sendo uma fonte excelente de todos 8 aminoácidos essenciais, betacarotenos, minerais (dentre eles o ferro), ácido gama-linolênico entre outros. Além disso, ainda tem baixo teor de gordura e sódio, é resistente à contaminação por metais pesados, como o chumbo, desde que cultivada adequadamente, e é de fácil digestão.

De fato, o mais correto seria nos referirmos a spirulina como “spirulinas” e mencionar que elas são cianobactérias (também conhecidas como algas azuis e por isso as vezes chamadas de algas) que habitam águas alcalinas em zonas tropicais e subtropicais. Sob o microscópio, elas se parecem com filamentos azuis-esverdeados, devido a presença de clorofila e ficocianina nas células. Existem 35 espécies de spirulina, as quais proliferam em muitos lagos alcalinos ao redor do mundo, entretanto, como as formas espirais dessas bactérias parecem se modificar espontaneamente dependendo do pH e das condições nutricionais que encontram em seu meio ambiente, é perfeitamente possível que as diferentes formas encontradas sejam apenas variações morfológicas de uma única espécie3.

ALGUMAS CURIOSIDADES

Existem evidências de que quando os espanhóis conquistaram o México, no início do século 16, os Astecas já colhiam uma biomassa composta por spirulinas do Lago Texcoco e faziam formas parecidas com tijolos, que eram consumidas da mesma maneira que o queijo é nos dias atuais4

Da mesma maneira, a tribo Kanembu, nas praias do Lago Chad, na África Central, utiliza a spirulina seca já há algum tempo, como alimento. A spirulina é colhida e seca ao sol na forma de bolos que são utilizados no preparo de pratos locais4,5.

Os benefícios da spirulina são tantos e tão benéficos que a NASA realizou pesquisas para incorporá-la a dieta de seus astronautas6 e a utilizou com sucesso7, já a Agência Espacial Européia verifica a possibilidade de poder cultivá-la e usá-la como alimento em uma futura colonização de Marte8.

PROPRIEDADES NUTRICIONAIS

A spirulina contém um alto teor de proteínas, até 70% de proteína por porção e muitas vitaminas, como a B12, provitamina A (?-carotenos), minerais como o ferro além de ácidos fenólicos (antioxidantes)9, ?-linolênicos e tocoferóis. Como a spirulina não possui parede celular, ela é facilmente digerida pelo homem3.

PROPRIEDADES MEDICINAIS

Pesquisas já mostraram resultados interessantes sobre as propriedades medicinais da spirulina. Por exemplo, seu uso é reconhecido na prevenção e no tratamento do câncer oral10 e da fibrose hepática2. Além disso, os nutrientes presentes na spirulina reforçam o sistema imune e aumentam a capacidade do organismo de gerar novas células sanguíneas para prevenir doenças, incluindo o câncer11. A spirulina não apresenta efeitos colaterais e é de natureza não tóxica10 e foi descrita como apresentando ação antioxidante, antifúngica, antiviral, antibacteriana, antitumoral, além de proteger contra respostas alérgicas (asma, rinite), ser um neuroprotetor e também um inibidor de reações anafiláticas12.

É inevitável pensar que, mais uma vez, a natureza se mostra mais sábia que toda a tecnologia e progresso gerado pela civilização quando é capaz de produzir naturalmente uma fonte alimentar tão rica em nutrientes e com tantas propriedades medicinais como a spirulina.

Referências:

1. Spirulina: a luxury health food and a panacea for malnutrition. The Guardian Available at: https://www.theguardian.com/sustainable-business/2014/sep/12/spirulina-health-food-panacea-malnutrition. (Acessado: 1o novembro 2017)

2. Wu, L., Ho, J. A., Shieh, M.-C. & Lu, I.-W. Antioxidant and Antiproliferative Activities of Spirulina and Chlorella Water Extracts. J. Agric. Food Chem. 53, 4207–4212 (2005).

3. Dillon, J. C., Phuc, A. P. & Dubacq, J. P. Nutritional value of the alga Spirulina. World Rev. Nutr. Diet. 77, 32–46 (1995).

4. FARRAR DR., W. V. Tecuitlatl; A Glimpse of Aztec Food Technology. Nature 211, 341 (1966).

5. Abdulqader, G., Barsanti, L. & Tredici, M. R. Harvest of Arthrospira platensis from Lake Kossorom (Chad) and its household usage among the Kanembu. J. Appl. Phycol. 12, 493–498 (2000).

6. Tadros, M. G., inci pa I nvestigator, P. I. & Monitor Robert MacElroy, P.-D.-T. D. Characterization of Spirulina Biomass Y for CELSS Diet Potential Title: Characterization of Spirulino Biomass for CELSS Diet Potential. (1389).

7. Karkos, P. D., Leong, S. C., Karkos, C. D., Sivaji, N. & Assimakopoulos, D. A. Spirulina in clinical practice: evidence-based human applications. Evid. Based. Complement. Alternat. Med. 2011, 531053 (2011).

8. Ready for dinner on Mars? / Exploration / Human Spaceflight / Our Activities / ESA. Available at: http://www.esa.int/Our_Activities/Human_Spaceflight/Exploration/Ready_for_dinner_on_Mars. (Acessado: 7o novembro 2017)

9. SOARES, S. E. Ácidos fenólicos como antioxidantes. Rev. Nutr. 15, 71–81 (2002).

10. Danaraddi, S., Hunasgi, S., Koneru, A., Ramalu, S. & Vanishree, M. Natural ways to prevent and treat oral cancer. J. Oral Res. Rev. 6, 34 (2014).

11. Mathew, B. et al. Evaluation of Chemoprevention of Oral Cancer With Spirulina fusiformis. Nutr. Cancer 24, 197–202 (1995).

12. Nuhu, A. A. Spirulina (Arthrospira)?: An Important Source of Nutritional and Medicinal Compounds. J. Mar. Biol. 2013, 1–8 (2013).

 Publicado em: http://quantumbio.com.br/blog/243/?utm_campaign=3001_artigo_sobre_a_spirulina&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
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Evite xenoestrogênios e busque ser “toxic-free”

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Nossa, você não tem ideia do quanto estamos expostos aos tais dos xenoestrogênios? São moléculas que atuam nos receptores estrogênicos, causando predominância estrogênica e uma série de sinais e sintomas a ela relacionada:

  • TPM acentuada e mudanças de humor
  • fadiga
  • excesso de sangramento menstrual e endometriose
  • cólica menstrual
  • infertilidade
  • doença fibrocística da mama e sensibilidade mamária
  • displasia cervical, miomas císticos e adenomiose
  • dor de cabeça
  • metabolismo lento e ganho de peso
  • diminuição da libido
  • insônia
  • hipotireoidismo, porque o estrogênio é antagônico ao hormônio tireoideano
  • câncer (mama, ovário, útero)
  • menopausa precoce

Mas de onde vêm estas moléculas? De inúmeras fontes. Estamos hoje em dia “cercados” destas substanciazinhas perigosas para a saúde da mulher, e também dos homens. Sim, ela pode comprometer a saúde masculina também.

Principais xenoestrogênicos:

  • herbicidas e pesticidas
  • comida enlatada
  • plásticos, BPA (bisfenol A) e PCBs (bifenilpoliclorado)
  • sprays de limpeza
  • produtos para lavagem a seco
  • perfumes e fragrâncias
  • shampoos
  • maquiagens e demaquilantes
  • sabonetes
  • loções de pele
  • descolorantes
  • outros

Alguns alimentos são estrogênicos, como soja e alimentos contendo soja (evite principalmente a transgênica e prefira soja fermentada), cafeína em excesso, cerveja, carne vermelha convencional e laticínios convencionais, devido a produtos que os animais ingerem, alimentos processados, principalmente carnes processadas (presuntos e afins), água de torneira contendo cloro e flúor, alimentos muito açucarados, entre outros.

Hoje existem várias propostas “toxic-free”. A gente tem que começar a se ligar mais nisso! Fazer escolhas que incluam opções free (livres) de xenoestrógenos, incluindo os agrotóxicos, de metais tóxicos, de flúor, de cloro, alimentos com excesso de gorduras e açúcares inadequados, enfim, ser mais pró-ativo para manter a saúde: um dos princípios da Medicina do Século XXI!!!!

 

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Alimentos e suplementos na menopausa

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Os meus pacientes sabem muito bem que eu gosto de suplementações. Costumo dizer que “a gente pode viver feliz sem”, mas, para deter, retardar ou reverter o dano que envelhece e causa doenças, levando ao declínio que ainda caracteriza o envelhecimento, precisamos de “algo mais”. E este algo mais inclui os suplementos, como propõe também a Engenharia Aplicada ao Tempo de Vida Saudável.

Na menopausa, a diminuição dos hormônios sexuais femininos resulta em grande impacto na qualidade de vida da maioria das mulheres. podendo causar depressão, lapsos de memória, irritabilidade, fogachos (calorões), dificuldades para dormir, diminuição da libido e ganho de peso.

Na realidade, propomos que os cuidados sejam tomados “antes” que estes sinais e sintomas se manifestem. Primeiro, com fitoterápicos e ativos específicos, deixando que a reposição hormonal individualizada propriamente dita fique como segunda opção, caso a queda hormonal ocorra de maneira significativa mesmo com cuidados preventivos.

Vamos a alguns tópicos:

  1. alimentação que ajuda a combater o câncer, principalmente o câncer de mama
  2. suplementações gerais na fase de pré e pós-menopausa
  3. outros tópicos que merecem atenção

(1) Em se tratado da alimentação para evitar o maior risco de câncer nesta faixa etária, particularmente o câncer de mama, propomos:

  • dieta predominantemente de origem vegetal
  • peixes ricos em ômega-3 (não de cativeiro)
  • linhaça e óleo de semente de linhaça
  • açafrão-da-terra
  • vegetais crucíferos: brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas, couve folha, repolho, folha de mostarda, rabanete, nabo, agrião, bok choy ou acelga chinesa, raiz forte (wasabi ou horse radish)
  • chá verde
  • chá de amora
  • redução da carne vermelha convencional (preferir boi de pasto), laticínios com alto teor de gordura e doces açucarados

(2) Suplementações gerais na fase de pré e pós-menopausa

  • extrato de brócolis (brocolinol)
  • extrato de chá verde
  • extrato de amora
  • indol-3-carbinol + cálcio-D-glucarato
  • DIM (di-indol-metano) lipofílico
  • gamatocoferol (tocofemax)
  • óleo de semente de linhaça
  • óleo de peixe
  • ácido elágico
  • curcumin-C3-complex
  • isoflavona da soja
  • pregnenolona
  • Cimicifuga racemosa
  • Panax ginseng
  • Yang mexicano
  • Dong Quai (Angelica sinensis)
  • Red clover (Trevo vermelho)
  • Vitex agnus castus
  • Acatea racemosa
  • Ashwagandha KSM66
  • Rhodiola rosea
  • vitamina D
  • magnésio

Enfim, são muitas as opções (com fins diversos) que sempre devem ser individualizadas.

(3) Outros tópicos que merecem atenção:

  • ingerir bastante água de boa qualidade (água alcalina);
  • evitar a água de torneira que contém cloro e flúor;
  • ter uma boa ingestão de gorduras saudáveis na dieta (cuidado com “low fat diets”);
  • evitar toxinas, principalmente os xenoestrogênios 
  • evitar excesso de açúcares e carboidratos mais “densos”, que aumentam a insulina, favorecendo inflamação, câncer e ganho de gordura corporal;
  • evitar excesso de soja, principalmente a transgênica, e alimentos que contém soja (preferir a soja fermentada);
  • manter boa ingestão de cálcio através da alimentação.

O importante disso tudo é entender que podemos agir antes dos problemas se manifestarem e evitarmos o declínio tão acentuado dos níveis hormonais e suas consequências.

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15 Top nutrientes para as suas mitocôndrias

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As mitocôndrias são nossas usinazinhas de energia. Além disso, TODA INFLAMAÇÃO ENVOLVE AS MITOCÔNDRIAS. Incrível, não é mesmo?

Vamos conhecer primeiro os fatores que prejudicam a produção de energia, como:

  • o uso de óleos vegetais danificados em frituras;
  • metais tóxicos (mercúrio);
  • falta de nutrientes

Veja agora 15 nutrientes top para a função mitocondrial:

  • Acetil-L-carnitina
  • Acido R-alfa-lipoico
  • Coezima Q-10
  • BioPQQ
  • NADH
  • D-Ribose
  • Magnésio
  • Zinco
  • Selênio
  • NAC (N-acetil-cisteína)
  • Vitamina B3 (niacina)
  • Vitamina B2 (riboflavina)
  • Ômega-3
  • Vitamina C
  • Vitamina E

Quanto de cada um? Como combinar os nutrientes?

Este é o segredo de cada profissional, que adquire experiência com determinados nutrientes/doses, mais do que com outros! Em cápsulas ou sachês, podemos compor diferentes formulações para atender as necessidades do paciente, seja como prevenção, seja como tratamento, inclusive de doenças graves como Parkinson, Alzheimer, depressão, câncer, entre outras.

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12 alimentos ricos em zinco

 

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Zinco é um mineral mega importante. Participa como co-fator enzimático em mais de 300 reações em nosso organismo, essencial para o sistema imunológico, para o paladar, para a digestão, para o funcionamento da glândula tireoide, para a cicatrização, fertilidade nos homens, metabolismo do colesterol, entre outras funções. A estrutura chamada “zinc-fingers” (dedos de zinco) são proteínas com uma grande variedade de funções biológicO zinco é meio que “par do cobre”. Zinco alto está associado a cobre baixo e vice-versa.

Os principais sinais e sintomas de deficiência de zinco são:

  • imunidade baixa
  • resfriados e gripes frequentes
  • alergias
  • problemas na pele / eczemas
  • perda de apetite
  • perda do paladar ou olfato
  • insônia
  • baixa energia
  • manchas brancas nas unhas
  • lentidão mental
  • perda de cabelo anormal
  • infertilidade
  • falta de libido
  • falta de memória
  • câncer de mama
  • câncer de próstata

Fique ligado nas principais fontes de zinco:

  • ostras
  • galinha
  • laticínios de vacas alimentadas com grama
  • sementes de melancia
  • castanhas de caju
  • amêndoas
  • espinafre
  • aspargos
  • carne vermelha
  • sementes de abóbora
  • salmão
  • chocolate amargo
  • arroz integral

 

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Detox: inclua-o no seu estilo de vida

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Há algum tempo atrás os pacientes questionam por que precisavam de detox se as enzimas hepáticas não estavam alteradas, ou seja, se aparentemente não havia nada de errado com o fígado, nosso grande órgão detox (além dos rins). É verdade. Porém, detoxificação é compreendida como qualquer processo que busque a eliminação ou redução da atividade de determinadas substâncias, endógenas ou exógenas, das células do próprio organismo. E as enzimas hepáticas não precisam estar alteradas para precisarmos de detox. Muitas vezes as substâncias tóxicas estão acumuladas em outros órgãos, como no cérebro. Deve ser um processo contínuo. Absolutamente essencial para a nossa saúde.

Um dos principais objetivos do detox é transformar substâncias lipossolúveis em hidrosolúveis. Produtos finais do metabolismo, microorganismos, contaminantes e poluentes ambientais, inseticidas, pesticidas, aditivos dos alimentos, medicamentos e álcool são alguns exemplos de substâncias que devem ser eliminadas.

O sistema glutationa (que inclui as enzimas glutationa peroxidase e glutationa redutase) é um dos principais sistemas detox. Além de estar disponível em suplementos, existe uma série de alimentos que você pode ficar atento a incluir na sua alimentação cotidiana:

  • couve de Bruxelas (Brussel sprouts)
  • repolho (cabbage)
  • brócolis (brocolli)
  • couve (kale)
  • folhas de mostarda (mustard greens)
  • agrião (watercress)
  • couve-rábano (kolrabi)
  • rúcula (aragula)
  • couve-nabo (rutabaga)
  • horseradish (raiz forte)
  • bok choy
  • wasabi

Alguns fitoterápicos, como carqueja e silimarina, podem ajudar, assim como NAC (N-aceti-cisteína) e ácido alfa-lipoico.

Água com o suco de 1/2 limão ao acordar é uma boa pedida para o detox após o período noturno quando todo o resíduo tóxico do dia anterior é processado e, desta forma, reequilibrando o pH. Se quiser potencializar, aqueça um pouco de água, adicione uma pitada de pimenta caiena ou uma colher de sopa de vinagre de maçã (apple cider vinegar). Beba todos os dias durante o seu detox.

Chlorella e spirulina são duas algas muito recomendadas. Boas opções detox!

  • A Chlorella tem a capacidade de proteger o organismo varrendo as toxinas, inclusive removendo metais pesados.
  • A spirulina pode ser considerada um superalimento, porque é rica em vitaminas do complexo B e ferro, possui um elevado teor de carotenoides, cálcio, cromo e selênio, possuindo atividade anti-inflamatória. Auxilia ainda no controle da glicemia e promove saciedade.

Gosto muito do suco de maçã (de centrífuga, mega concentrado), rico em ácido málico, que também ajuda nos processos de detoxificação.

  • O ácido málico também pode ser prescrito, principalmente se não encontramos disponíveis maçãs orgânicas, geralmente no protocolo detox do fígado e vesícula biliar, combinado com sulfato de magnésio. Muito eficiente em realizar uma verdadeira limpeza destes órgãos.

Uma dieta rica em antioxidantes é essencial neste processo, incluindo carotenoides, vitamina C e vitamina E. Aminoácidos como glutamina, glicina, taurina e cisteína têm o seu papel. Além disso, o ácido fólico é importante nos processos de metilação e em várias outras vias metabólicas.

Agora, uma das melhores combinações de suco detox na minha opinião:

  • couve
  • salsão
  • pepino
  • limão
  • maçã
  • gengibre

Mas existem muitos outros! Experimente! Combine-os de acordo com o seu paladar!!! E não esqueça dos chás:

  • chá verde e matcha: antioxidantes
  • infusões de hibisco e hortelã: diuréticos
  • gengibre e erva-doce: digestivos
  • boldo, carqueja e alcachofra: detoxificantes

Por fim, o que evitar:

  • alimentos processados, embutidos e alimentos muito ricos em gordura saturada
  • conservantes sintéticos
  • aromatizantes sintéticos
  • glutamato de sódio
  • corantes sintéticos
  • todos os tipos de açúcar
  • alimentos vegetais não orgânicos
  • peixes predadores
  • peixes de cativeiro
  • carne vermelha que não seja de boi de pasto
  • ovos de granja
  • excesso de carne vermelha

A presença do mercúrio se manifesta como ansiedade, distúrbios do sono e endócrinos e imuosupressão. Amálgamas dentários e peixes predadores que vivem muito tempo, como atum e tubarão (tuna fish and shark) são as principais fontes de contaminação.

Não vou falar de cada elemento tóxico, mas mercúrio tem assustado. Parece muito mais comum do que imaginávamos. Por isso chamo a sua atenção.

Vamos investigar. Vamos tratar. Vamos otimizar a saúde, fazendo o que está ao nosso alcance!

 

 

 

Algumas dicas foram retiradas do material elaborado pela Organic Press: 13 superdicas para ter sucesso no detox, por Lucia Mondadori, 2018.

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